TEOR DE ÁCIDO ASCÓRBICO E DEHIDROASCÓRBICO EM POLPAS DE ACEROLA (Malpighia glabra L.) CONGELADAS E COMERCIALIZADAS NA CIDADE DO RECIFE - PE

VERÔNICA CAVALCANTI LOPES, MARCOS HENRIQUE BRAINER MARTINS, IRINEIDE TEIXEIRA DE CARVALHO

Resumo


Analisou-se dezessete amostras de polpas congeladas de acerola (Malpighia glabra L.), processadas por distintos produtores e comercializadas na cidade do Recife, no período de maio a junho de 1995. Verificou-se o teor em ácido ascórbico e dehidroascórbico (método volumétrico de “Tillmans” com indofenol), as condições de armazenamento e embalagem além da coloração das polpas. Os resultados obtidos ficaram abaixo do valor médio de outros estudos, variando de 1575,49 mg/100 mL a 602,41 mg/100 mL de polpa congelada. As condições de embalagem e armazenamento apresentaram-se insatisfatórias, podendo comprometer a vida útil do produto a ser consumido. Recomenda-se que sejam realizados outros trabalhos visando diagnosticar os fatores que podem contribuir na degradação de ácido ascórbico.

Palavras-chave


ACEROLA; POLPA DE ACEROLA; ÁCIDO ASCÓRBICO; ÁCIDO DEHIDROASCÓRBICO. FROZEN ACEROLA PULP; Malphighia glabra L.; ASCORBIC ACID; DEHYDROASCORBIC ACID.

Texto completo:

PDF


Boletim Centro de Pesquisa de Processamento de Alimentos. ISSN:19839774