Pluralidade de abordagens analíticas da primeira das Três Peças para Piano op. 11, de Arnold Schoenberg

Carlos de Lemos Almada

Resumo


O foco do presente artigo é a multiplicidade de perspectivas levadas em conta em uma análise musical, a partir de um caso especialmente selecionado: a primeira das Três Peças para Piano op. 11, de Arnold Schoenberg.  A razão dessa escolha se apóia na existência de um rico painel de abordagens analíticas em relação à referida peça, não apenas em número, mas também considerando enfoques, estratégias e resultados. A metodologia deste estudo consiste na descrição de seis dessas análises, realizadas por autores de reconhecido gabarito, compreendendo um período de quatro décadas (Perle, 1962; Wittlich, 1974; Ogdon, 1981; Haimo, 1996 e Lerdahl, 2001), e a apresentação de seus principais pontos de contato e divergências, a partir do estabelecimento de alguns parâmetros comparativos.

Palavras-chave


Schoenberg; Três Peças para Piano op.11/1; análise musical

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