Determinação das histórias de amor mais adequadas para descrever relacionamentos amorosos e identificação das histórias de amor que produzem mais identificação, menos identificação e que as pessoas mais gostariam de viver

Ailton Amélio da Silva, Andréa Soutto Mayor, Thiago de Almeida, Adriana Guimarães Rodrigues, Luiz Maurício de Oliveira, Mônica Martinez

Resumo


Esta pesquisa teve dois objetivos: 1) verificar se as histórias de amor descritas por Sternberg (1996) são úteis para a realização de quatro tarefas: (a) descrever os relacionamentos amorosos atuais/últimos dos participantes da pesquisa (b) identificar as histórias de amor que estes mais se identificavam, (c) identificar as histórias de amor que estes menos se identificam e (d) identificar as histórias que estes mais desejariam viver e (2) verificar se há relação entre as respostas apresentadas nestas quatro tarefas. Trinta e oito homens e trinta e oito mulheres, estudantes universitários, responderam a quatro questões, uma para cada das quatro tarefas acima. Todas as 24 histórias foram utilizadas para responder a pelo menos uma destas quatro tarefas, por pelo menos um dos participantes. Onze das 24 histórias foram mais utilizadas nas tarefas (a), (b) e (d), acima. Dezessete histórias de amor foram utilizadas na tarefa (c) acima. As quantidades de usos das histórias nestas quatro tarefas apresentaram correlações estatisticamente significantes. As respostas de homens e mulheres a estas quatro tarefas foram semelhantes (as correlações de Pearson variaram entre -0,43 e 0,92). Estes resultados confirmam a utilidade das histórias para descrever e avaliar estes diferentes aspectos de um relacionamento amoroso.

Palavras-chave: amor; histórias de amor; relacionamentos; escolha de parceiros.


Palavras-chave


amor; histórias de amor; relacionamentos; escolha de parceiros

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380%2Fpsi.v9i2.4786

Interação em Psicologia. ISSN: 1981-8076